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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Achados




a)Mirante dos Infinitos,

Blog das crônicas de Caio Silveira Ramos, autor do grande Sambexplícito (Girafa), sobre a vida do sambista Germano Mathias.


b)Raymond Chandler

As obras policiais de Raymond Chandler ganham nova tradução de Braulio Tavares, que criou um blog (Caminhando com Phillip Marlowe) para falar do autor.


c)Brett Walker

Um puta fotógrafo. É dele a foto que "decora" o post. Descobri via Facebook.


d)Hiperconexões 2

Amanhã, 18 de outubro, lançamento do livro Hiperconexões: Realidade Expandida (vol 2), organizado por Luiz Bras, no Hussardos Clube Literário. Convite abaixo.





segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Achados




a)
Bruxas Sexys

A ilustração acima é de Ren Wicks (Bathing Witch) e veio deste blog cheio de Bruxas Sexys, inventadas e verdadeiras.


b)Ian Fleming & Raymond Chandler


Ian Fleming criou James Bond. Frio e com nervos de aço. Umberto Eco é fã de Bond. Dele não posso afirmar muito, exceto o que vi pelos óculos do Eco. Raymond Chandler criou Philip Marlowe. Um detetive durão, nervos de aço, mas de coração mole. Um é inglês. Outro é norte-americano. De Chandler, li muita coisa.

Os dois conversaram em 57. Eu sabia da conversa mas nunca vi legendado. Agora, pra facilitar, transcrito dentro desta revista eletrônica. Se não conseguir abrir o PDF na página, use o download Aqui (Está na edição número 6, página 30)




c)O Decálogo da Criatividade, via o fantástico Cinismo Ilustrado.



d)Steinberg, no Mundo Fantasmo
, de Braulio Tavares:

"Esta é apenas uma das muitas magias do Rei do Traço, o romeno que por ser judeu teve que fugir da Europa e buscar refúgio nos EUA, onde se tornou um dos mais famosos ilustradores e capistas da revista The New Yorker. Conheci o trabalho dele nos anos iniciais do Pasquim, quando Millor Fernandes, Ziraldo e outros reproduziam seus desenhos e entoavam alalaôs ao mestre. Mestre deles, virou mestre meu também; mesmo quem não é desenhista pode absorver da linha enxuta de Steinberg alguma coisa para sua escrita, assim como um músico pode lucrar o mesmo para o seu piano (eu diria que foi o caso de Erik Satie, se um não fosse tão anterior ao outro) e até um jogador de futebol pode usar algo em seu trato com a bola. (Eu diria que Sócrates, Zidane e Paulo Henrique Ganso têm momentos verdadeiramente steinberguianos.)"