quinta-feira, 19 de abril de 2012
Telegramas
Esta música é de 1993.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Telegrama
Constantinople
(The Decemberists)
O the minarets of Constantinople
Are plated gold, ivory, and opal
Their cupolas all onion domed and light.
And the magistrate of Constantinople
Has made a match; his family was hopeful
Their daughter would be promised a wedding night.
But the Sultan's weary bride, she won't be wed tonight
Nor fall beneath a canopy to lie
For far across the town, her lover's lying drowned
And painted by the Bosporus in blue
And there's nothing for a broken heart to do.
Down the dirty streets of Constantinople
The beggars weep, their hands all wide open
Their severed leper limbs all swing and sway.
At a windowsill in Constantinople
Our Hero sighs to melodies noteful
And gazes on the walls that hold his love.
But the Sultan's weary bride, she won't be wed tonight
Nor fall beneath a canopy to lie
For far across the town, her lover now is drowned
And painted by the Bosporus in blue
And there's nothing for a broken heart to do.
No, there's nothing for a broken heart to do.
Except cry.
(Imagem de Bob Peak para o filme Camelot. Via - salvo grande engano - Sci-Fi-O-Rama)
quarta-feira, 28 de março de 2012
Telegrama
domingo, 11 de março de 2012
Achados
Aqui, postagens do Projeto Portal que usaram suas imagens.
Os olhos de gato.
Rock City
A dupla evasão
e c´est fini. Au revoir.
sábado, 10 de março de 2012
Telegrama
quinta-feira, 8 de março de 2012
Telegrama



Como se saído de uma ampulheta
o pó cotidianamente se derrama sobre os móveis.
E a mulher, com mão de Sancho,
recolhe com pano umedecido
os vestígios do tempo
na serenidade da casa.
Não há nada de eterno sob a razão do tempo.
E o que é a realidade
se não a tentativa frequente
de recolher o pó caído da ampulheta
e depositado na mobília;
se não o polimento contínuo das coisas
para que a imagem delas fique intacta;
se não o movimento incessante da mão
até o esgotamento
- até que outra mão substitua a anterior
e sob sua força se construa uma nova realidade
tão irreal quanto a primeira.
Como se fosse possível eternizar o amor
que também se vai, tão quanto a areia.
1997.
Poesia de Verônica de Aragão
(Imagens da mexicana Ana Teresa Fernandez, via The Mafu Cage)
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Telegramas
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Telegramas

* * *
O SER HUMANO
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Telegrama
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Achados
A imagem é do Speculum al Foder, um livro medieval do século XV, em catalão, que pretende ser um "manual de boas maneiras sexuais". Seria o primeiro manual erótico europeu. Não há muita referência sobre ele na Internet - o que eu acho particularmente estranho, dada a quantidade de tarados que há por aí. Talvez seja "fraquinho" ou "pouco engraçado".
Parece que existem duas cópias manuscritas, uma delas na Biblioteca Nacional de Madrid. A fonte é o Wikipedia (em catalão; não é tão diferente do português escrito). Há muitos anos, a editora Degustar promete uma edição do "Tratado Medieval do Foder". Aparentemente, é deste livro que se trata.
Não tenho ideia se é confiável, mas este blog coletou algumas curiosidades sobre comportamentos sexuais em tempos idos. AQUI.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Telegrama
(Não achei letra: rap de Rodrigo Ogi para os "cachorroloko". Aliás, procure Crônicas da Cidade Cinza e outras coisas. Da hora.)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Telegrama

Father And Son
It's not time to make a change
Just relax, take it easy
You're still young, that's your fault
There's so much you have to know
Find a girl, settle down
If you want, you can marry
Look at me, I am old
But I'm happy
I was once like you are now
And I know that it's not easy
To be calm when you've found
Something going on
But take your time, think a lot
I think of everything you've got
For you will still be here tomorrow
But your dreams may not
How can I try to explain
When I do he turns away again
And it's always been the same
Same old story
From the moment I could talk
I was ordered to listen
Now there's a way and I know
That I have to go away
I know I have to go
It's not time to make a change
Just sit down and take it slowly
You're still young that's your fault
There's so much you have to go through
Find a girl, settle down
If you want, you can marry
Look at me, I am old
But I'm happy
Keeping all the things I knew inside
And it's hard, but it's harder
To ignore it
If they were right I'd agree
But it's them they know, not me
Now there's a way and I know
That i have to go away
I know I have to go
(Cat Stevens ou Yusuf Islam.)
(Imagem, capa Revista Zupi nº07 Foto do André Cypriano)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Telegramas

Dê
Dê amor
Dê paixão
Dê espera
Dê esperma
Dê prazer
Dê fogo
Dê uma nela
De carinho
De sacanagem
De sarro
De fato
Dê amor
Dê segurança
De anca na anca dela
E amanheça de cabeça dentro dela
(Miranda Kassin e Andre Frateschi)
Imagem de Vania Zouravliov
domingo, 1 de janeiro de 2012
Telegramas

Metal Contra As Nuvens
Legião Urbana
I
Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
(imagem DAQUI)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Telegrama
This is the CENTRAL SCRUTINIZER . . . Joe has just worked himself into an imaginary frenzy during the fade-out of his imaginary song . . . He begins to feel depressed now. He knows the end is near. He has realized at last that imaginary guitar notes and imaginary vocals exist only in the imagination of The Imaginer . . . and . . . ultimately, who gives a fuck anyway? . . . So . . . So . . . Excuse me . . . Ha ha ha! Mm-mh . . . So . . . Ha ha ha . . . Ha ha ha! Who gives a fuck anyway? So he goes back to his ugly little room and quietly dreams his last imaginary guitar solo . . .
