segunda-feira, 21 de maio de 2012
Telegrama
"The song chronicles a wife's desire to test her husband's loyalty. To do so, she takes on the nom de plume of Babooshka and sends notes to her husband in the guise of a younger woman -- something which she fears is the opposite of how her husband currently sees her (Hence the barbed lines: "Just like his wife before she "freezed" on him / Just like his wife when she was beautiful...").
The trap is set when, in her bitterness and paranoia, Babooshka arranges to meet her husband, who is attracted to the character that reminds him of his wife in earlier times. She thereby ruins the relationship due to her paranoia, according to Kate Bush's 1980 interview with the Australian TV series Countdown.
The music video depicts Bush beside a double bass (contrabass) which symbolises the husband, wearing a black bodysuit and a veil in her role as the embittered wife, alluding to a definition of the word babooshka - a headscarf. This changes into an extravagant, mythlike and rather sparse 'Russian' costume as her alter-ego, Babooshka."
(Fonte Wikipedia... mas peguei este texto pelo YouTube. Letra AQUI)
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domingo, 20 de maio de 2012

Precisarei dar um tempo.
Apareço aqui ocasionalmente com alguma coisa. Provavelmente um Achados ou um copia + cola pronto. Algo simples, pré-programado.
Mas não garanto.
(fonte da imagem: Rinoceronte-Negro sendo transportado por helicóptero numa operação organizada pela World Wildlife Fund. VIA )
Telegrama
O Inimigo
o inimigo sou eu
o inimigo é você
o inimigo é você
o inimigo sou eu
às vezes você tem razão
às vezes não.
(Letra e música dos Titãs, do álbum Jesus não tem dentes no país dos banguelas.)
(Fotografia: Não sei. O google não ajudou muito. Pelo nome do arquivo, talvez tenha vindo do Flickr DESTA islandesa aqui.
Provavelmente do Zoológico de Berlin)
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domingo, 6 de maio de 2012
Telegrama
Sound of Silence
(Simon & Garfunkel)
Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.
In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
'Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.
And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.
"Fools" said I, "You do not know"
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you,
Take my arms that I might reach you."
But my words like silent raindrops fell,
And echoed
In the wells of silence
And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning,
In the words that it was forming.
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls."
And whisper'd in the sounds of silence.
(Imagem ? via Kalyuga)
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
Telegramas
Guru (Gifted Unlimited Rhymes Universal ou - segundo o Wiki - God is Universal; he is the Ruler Universal) morreu em 19 de abril de 2010.
Esta música é de 1993.
Esta música é de 1993.
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Telegrama
Constantinople
(The Decemberists)
O the minarets of Constantinople
Are plated gold, ivory, and opal
Their cupolas all onion domed and light.
And the magistrate of Constantinople
Has made a match; his family was hopeful
Their daughter would be promised a wedding night.
But the Sultan's weary bride, she won't be wed tonight
Nor fall beneath a canopy to lie
For far across the town, her lover's lying drowned
And painted by the Bosporus in blue
And there's nothing for a broken heart to do.
Down the dirty streets of Constantinople
The beggars weep, their hands all wide open
Their severed leper limbs all swing and sway.
At a windowsill in Constantinople
Our Hero sighs to melodies noteful
And gazes on the walls that hold his love.
But the Sultan's weary bride, she won't be wed tonight
Nor fall beneath a canopy to lie
For far across the town, her lover now is drowned
And painted by the Bosporus in blue
And there's nothing for a broken heart to do.
No, there's nothing for a broken heart to do.
Except cry.
(Imagem de Bob Peak para o filme Camelot. Via - salvo grande engano - Sci-Fi-O-Rama)
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Telegrama
domingo, 11 de março de 2012
Achados
Moebius morre aos 73 anos.
Aqui, postagens do Projeto Portal que usaram suas imagens.
Os olhos de gato.
Rock City
A dupla evasão
e c´est fini. Au revoir.
Aqui, postagens do Projeto Portal que usaram suas imagens.
Os olhos de gato.
Rock City
A dupla evasão
e c´est fini. Au revoir.
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sábado, 10 de março de 2012
Telegrama
quinta-feira, 8 de março de 2012
Telegrama
Mobiliário



Como se saído de uma ampulheta
o pó cotidianamente se derrama sobre os móveis.
E a mulher, com mão de Sancho,
recolhe com pano umedecido
os vestígios do tempo
na serenidade da casa.
Não há nada de eterno sob a razão do tempo.
E o que é a realidade
se não a tentativa frequente
de recolher o pó caído da ampulheta
e depositado na mobília;
se não o polimento contínuo das coisas
para que a imagem delas fique intacta;
se não o movimento incessante da mão
até o esgotamento
- até que outra mão substitua a anterior
e sob sua força se construa uma nova realidade
tão irreal quanto a primeira.
Como se fosse possível eternizar o amor
que também se vai, tão quanto a areia.
1997.
Poesia de Verônica de Aragão
(Imagens da mexicana Ana Teresa Fernandez, via The Mafu Cage)



Como se saído de uma ampulheta
o pó cotidianamente se derrama sobre os móveis.
E a mulher, com mão de Sancho,
recolhe com pano umedecido
os vestígios do tempo
na serenidade da casa.
Não há nada de eterno sob a razão do tempo.
E o que é a realidade
se não a tentativa frequente
de recolher o pó caído da ampulheta
e depositado na mobília;
se não o polimento contínuo das coisas
para que a imagem delas fique intacta;
se não o movimento incessante da mão
até o esgotamento
- até que outra mão substitua a anterior
e sob sua força se construa uma nova realidade
tão irreal quanto a primeira.
Como se fosse possível eternizar o amor
que também se vai, tão quanto a areia.
1997.
Poesia de Verônica de Aragão
(Imagens da mexicana Ana Teresa Fernandez, via The Mafu Cage)
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Telegramas
assista.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Telegramas
Exercícios de redação de Fritz Kocher


INTRODUÇÃO
O menino que escreveu essas redações morreu pouco depois de ter deixado a escola. Tive algum trabalho em persuadir a mãe dele, uma dama adorável, amável, a ceder os textos para publicação. Ela estava, compreende-se, muito afeiçoada a essas folhas, que deviam ter sido uma doce lembrança do filho. Apenas a afirmação da minha parte, que iria mandar imprimir as redações totalmente inalteradas, exatamente assim como o seu Fritz as tivera escrito, finalmente, fê-las chegarem as minhas mãos. Para muitos, em muitos trechos, elas queiram parecer precoces e, em muitos outros trechos, pueris demais. Contudo peço tomarem em consideração que minha mão não modificou nada nisso. Um menino é capaz de falar muito sabiamente e muito tolamente quase ao mesmo tempo: assim são as redações. Despedi-me da mãe do menino com o mais gentil agradecimento possível que pude arranjar. Ela me contou diversas passagens na vida do garoto, as quais condizem simpaticamente com os aspectos de seus trabalhos escolares aqui presentes. Teve de morrer prematuramente, o divertido e sério risão que fora. Seus olhos que deveras foram grandes e radiantes, não chegaram a ver nada do mundo imenso pelo que tanto ansiava. Em vez disso foi lhe permitido divisar no seu mundo pequeno com clareza o que o leitor, por certo, verificará ao ler os exercícios de redação. Adeus, meu baixinho! Adeus, leitor!
* * *
O SER HUMANO
* * *
O SER HUMANO
O ser humano é um ser sensível. Tem apenas duas pernas, mas um coração dentro do qual se compraz um exercito de pensamentos e emoções. Poder-se-ia comparar o ser humano a um bem plantado jardim de recreio, se nosso professor permitisse semelhante alusão. O ser humano faz poesia, vez por outra, e nesse elevadíssimo, sublimissimo estado de espírito é chamado de poeta. Se todos nós fossemos assim, como devíamos ser, isto é, como Deus nos ordena de ser, então ficaríamos infinitamente felizes. Lamentavelmente nós nos ocupamos de paixões inúteis que breve demais vêm minando nosso bem-estar pondo termo a nossa felicidade. O ser humano, em todos os sentidos, deve ser superior a seu colega, ao animal. Pois até um ignorante brochote consegue observar, diariamente, pessoas que se comportam, como se fossem animais irracionais. O alcoolismo é uma coisa abominável: por que será que o ser humano se entrega a ele? Obviamente, porque, de vez em quando, esteja sentindo a necessidade de afogar sua mente nos sonhos que bóiam em qualquer espécie de álcool. Semelhante covardia condiz a uma coisa tão imperfeita que é o ser humano. Somos imperfeitos em tudo. Nossa insuficiência estende-se por todos os empreendimentos que tratamos, e que seriam tão magníficos, se não proviessem da pura avidez. Por que haveremos de ser assim? Tomei uma vez um copo de cerveja, mas não irei beber outro jamais. Aquilo levará p’ra onde? A intenções nobres seguramente não. Aqui e agora prometo em voz alta: quero tornar-me uma pessoa ajuizada e séria. Tudo que é de sentimentos elevados e belos deve encontrar em mim um igualmente ardente imitador como protetor. Às escondidas estou apaixonando-me pela arte. Mas, a partir desse exato momento, isso já deixa de ser secreto, pois agora minha despreocupação acabou dar à língua. Que eu esteja sendo castigado exemplarmente por isso. O que impedirá uma nobre maneira de pensar em se confessar com franqueza? Nada menos, em todo o caso, que umas sovas anunciadas. O que serão sovas? Espantalhos! atemorizando escravos e cachorros. Há somente um fantasma que me atemoriza: a baixeza. Ah, quero subir tão alto quanto o for lícito para um homem. Quero tornar-me famoso. Quero conhecer mulheres lindas, e amá-las e ser amado e acarinhado por elas. Nem por isso perderei nada em força elementar (força criadora), ao contrário quero tornar-me, de dia para dia, mais forte, mais livre, mais nobre, mais rico, mais famoso, mais audaz e mais temerário. Por este estilo mereço nota zero. Não obstante declaro: ainda assim esta é a melhor redação que já fiz. Todas suas palavras vêm de dentro do coração. Como é bonito ter um coração tremente, sensível, difícil de contentá-lo. É o que o ser humano tem de mais belo. Um ser humano que não saiba preservar seu coração é imprudente, porque privar-se-á de uma infindável fonte de poder doce, inesgotável; de uma plenitude; de um calor, sem o qual jamais poder-se-á passar, se quisermos continuar um ser humano. Um ser humano afetuoso não é apenas o melhor, mas também o mais inteligente dos homens, pois tem algo que nenhuma esperteza, por mais diligente que seja, lhe poderá proporcionar. Reitero ainda mais uma vez: não quero embebedar-me nunca; não quero esperar com ansiedade a comida, porque isso é feio; quero rezar e trabalhar ainda mais, porque me parece que trabalhar já é uma forma de rezar; quero ser aplicado obedecendo aos que merecem que a gente lhes obedeça. Pais e professores o merecem, sem dúvida. Eis a minha redação.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Telegrama
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tiger takeshi
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Achados
A imagem é do Speculum al Foder, um livro medieval do século XV, em catalão, que pretende ser um "manual de boas maneiras sexuais". Seria o primeiro manual erótico europeu. Não há muita referência sobre ele na Internet - o que eu acho particularmente estranho, dada a quantidade de tarados que há por aí. Talvez seja "fraquinho" ou "pouco engraçado".
Parece que existem duas cópias manuscritas, uma delas na Biblioteca Nacional de Madrid. A fonte é o Wikipedia (em catalão; não é tão diferente do português escrito). Há muitos anos, a editora Degustar promete uma edição do "Tratado Medieval do Foder". Aparentemente, é deste livro que se trata.
Não tenho ideia se é confiável, mas este blog coletou algumas curiosidades sobre comportamentos sexuais em tempos idos. AQUI.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Telegrama
Profissão: perigo
(Não achei letra: rap de Rodrigo Ogi para os "cachorroloko". Aliás, procure Crônicas da Cidade Cinza e outras coisas. Da hora.)
(Não achei letra: rap de Rodrigo Ogi para os "cachorroloko". Aliás, procure Crônicas da Cidade Cinza e outras coisas. Da hora.)
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