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O SER HUMANO


It's not time to make a change
Just relax, take it easy
You're still young, that's your fault
There's so much you have to know
Find a girl, settle down
If you want, you can marry
Look at me, I am old
But I'm happy
I was once like you are now
And I know that it's not easy
To be calm when you've found
Something going on
But take your time, think a lot
I think of everything you've got
For you will still be here tomorrow
But your dreams may not
How can I try to explain
When I do he turns away again
And it's always been the same
Same old story
From the moment I could talk
I was ordered to listen
Now there's a way and I know
That I have to go away
I know I have to go
It's not time to make a change
Just sit down and take it slowly
You're still young that's your fault
There's so much you have to go through
Find a girl, settle down
If you want, you can marry
Look at me, I am old
But I'm happy








“Você publicou seu primeiro livro em 1974. Lá se vão mais de 35 anos de poesia. Poesia não dá retorno financeiro algum. Muitas vezes, nem sequer prestígio, nada. Então, que tipo de energia faz com que uma pessoa se dedique a poesia durante tanto tempo?
É uma energia essencial, difícil de descrever. Na verdade, é a única realidade que conheço. Outro dia a minha mulher ficou indignada porque eu disse a ela que entre as cinco pessoas mais importantes da minha vida uma delas é Shakespeare. Ela ficou indignada. Não compreendia. Ele é fundamental pra minha vida, me sustentou emocionalmente em vários momentos, me fez revelações extraordinárias. Esse elenco de vozes com as quais a gente caminha, e a nossa própria voz que vai sendo construída numa relação crítica , ou no endosso ou na demolição desses gurus que nos antecedem, isso é a única coisa fundamental.




O ícone assume a forma de uma sigla que aparentemente facilita o planejamento e a tomada de decisões em um complexo contexto de incertezas conectadas por redes digitais que tiram sentido à própria noção de espaço.
Enquanto os mercados ficam desnorteados, a fuga é fingir que as fronteiras sumiram, o espaço derreteu e as nações se reinventam pela força ou pelo delírio. assim surgiu também a ilusão de um descolamento (decoupling), que seria a fé nos países periféricos e mais populosos como âncora na resistência à crise global.
“Monstros” como China ou Brasil assumiriam a liderança de uma recuperação que a cada rodada na espiral do desgoverno revela-se como especulação precoce.
Nesse contexto de mistificação, um exercício saudável é olhar o lado B dos BRIcs. "